Adoro-te por tudo o que és...
Por tudo o que eu sou quando estou ao pé de ti. E porque não quero que a minha realidade mude, nunca mais.
Por tudo o que enfrentamos juntos, e por tudo o que ainda venhamos a enfrentar...
Por tudo o que sinto quando te tenho longe...
Por todo o carinho e atenção que me dás...
Por toda a compreensão e paciência...
Amo-te por ser tu próprio, porque se existisse outro com as mesmas características e continuava a amar-te a ti!
Meu mundo *
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Meu amor... Minha loucura...
“Em todo o lado essa palavra repetida ao expoente da loucura… para nos lembrar que o amor é uma doença quando nele julgamos ver a nossa cura”
O recomeço da escrita, quando as palavras me fogem pela boca desenfreadas, apressadas para serem postas no papel. A escrita como refúgio de tudo na vida, de amores e desamores, de ilusões e desilusões, de sonhos e pesadelos. Estes são os pontos fulcrais, pelos quais me guio. Até que chego a uma fase, uma fase inexplicável em que não posso mais pensar, tudo o que era certo se tornou errado, e parei de escrever.
Mas o que é a vida sem escrever?
Perguntei-me durante imensas noites de insónias em que às 5h da manhã algo faltava, algo não estava simplesmente correcto… Uma paixão vem e vai, morre com o tempo, com o tédio, com as desilusões que a vida nos traz... Mas o que eu senti, não era apenas uma paixão, mas sim um amor, uma obsessão. Uma enorme vontade de escrever. Como se a minha vida dependesse só disso. Como se o meu livro não estivesse a ser escrito e assim o destino da minha vida não estivesse a ser traçado.
Escrever, mas sobre quê? Pergunta habitual na minha cabeça… Sobre o tédio da vida sem a escrita? Sobre o amor como expoente de loucura? Ok... Vou juntar o útil ao agradável… e se realmente a escrita é o meu amor então em contrapartida também será o meu expoente de loucura, será o meu refúgio, o meu mundo virtual onde posso dizer o que quiser, onde posso ser louca a vontade para expressar tudo o que sinto. Mesmo quando corro o risco de ao publicar tais palavras, palavras que me fizeram voltar ao Meu Mundo e deram reinicio ao meu destino, me expor de tal forma que não consiga mais escrever e volte a congelar tudo a minha volta. Para viver novamente num mundo sem cor, num mundo gelado, sem sentimentos como é o mundo em que todos vivemos…
Descobri finalmente que a escrita é a minha doença e não a minha cura, a minha doença incurável que por vezes me faz sorrir, ou por vezes me faz chorar ao conhecer-me cada vez melhor…
Mas por outro lado, esta é uma doença sem a qual não consigo viver…
O recomeço da escrita, quando as palavras me fogem pela boca desenfreadas, apressadas para serem postas no papel. A escrita como refúgio de tudo na vida, de amores e desamores, de ilusões e desilusões, de sonhos e pesadelos. Estes são os pontos fulcrais, pelos quais me guio. Até que chego a uma fase, uma fase inexplicável em que não posso mais pensar, tudo o que era certo se tornou errado, e parei de escrever.
Mas o que é a vida sem escrever?
Perguntei-me durante imensas noites de insónias em que às 5h da manhã algo faltava, algo não estava simplesmente correcto… Uma paixão vem e vai, morre com o tempo, com o tédio, com as desilusões que a vida nos traz... Mas o que eu senti, não era apenas uma paixão, mas sim um amor, uma obsessão. Uma enorme vontade de escrever. Como se a minha vida dependesse só disso. Como se o meu livro não estivesse a ser escrito e assim o destino da minha vida não estivesse a ser traçado.
Escrever, mas sobre quê? Pergunta habitual na minha cabeça… Sobre o tédio da vida sem a escrita? Sobre o amor como expoente de loucura? Ok... Vou juntar o útil ao agradável… e se realmente a escrita é o meu amor então em contrapartida também será o meu expoente de loucura, será o meu refúgio, o meu mundo virtual onde posso dizer o que quiser, onde posso ser louca a vontade para expressar tudo o que sinto. Mesmo quando corro o risco de ao publicar tais palavras, palavras que me fizeram voltar ao Meu Mundo e deram reinicio ao meu destino, me expor de tal forma que não consiga mais escrever e volte a congelar tudo a minha volta. Para viver novamente num mundo sem cor, num mundo gelado, sem sentimentos como é o mundo em que todos vivemos…
Descobri finalmente que a escrita é a minha doença e não a minha cura, a minha doença incurável que por vezes me faz sorrir, ou por vezes me faz chorar ao conhecer-me cada vez melhor…
Mas por outro lado, esta é uma doença sem a qual não consigo viver…
Confidente
Meu companheiro e amigo
Somente diante de ti consigo...
A minha alma desnudar
Retiro o véu, de ti nada oculto
Vejo ao longe teu vulto
Que esvoaça pelo ar.
Subtilmente desvendas os meus mistérios
Vasculhas todos os meus recantos
Tocas-me docemente, encorajando-me,
a confessar-te os meus desejos e encantos.
Diante de ti, foge-me o raciocínio lógico
Devaneio, e um labirinto de sentimentos me vem a tona...
E te confesso coisas que nem a mim mesma ouso confessar...
Companheiro de todas as horas,
A ti confio as minhas alegrias, o meu sorriso,
A ti falo das minhas dores e tristezas.
Só a ti conto os meus mistérios,
E segredos
Quando me for, tu ficarás...
E a minha história tu terás,
Escrita com as mais sinceras palavras
Que um dia do meu coração sairam...
Somente diante de ti consigo...
A minha alma desnudar
Retiro o véu, de ti nada oculto
Vejo ao longe teu vulto
Que esvoaça pelo ar.
Subtilmente desvendas os meus mistérios
Vasculhas todos os meus recantos
Tocas-me docemente, encorajando-me,
a confessar-te os meus desejos e encantos.
Diante de ti, foge-me o raciocínio lógico
Devaneio, e um labirinto de sentimentos me vem a tona...
E te confesso coisas que nem a mim mesma ouso confessar...
Companheiro de todas as horas,
A ti confio as minhas alegrias, o meu sorriso,
A ti falo das minhas dores e tristezas.
Só a ti conto os meus mistérios,
E segredos
Quando me for, tu ficarás...
E a minha história tu terás,
Escrita com as mais sinceras palavras
Que um dia do meu coração sairam...
Barreira de Papel
Já pensei e repensei o que te vou dizer
Já tenho em mente do que te vou acusar
Até já sei como vou terminar.
Hoje não me vais abalar,
Até que chegues, eu já vou saber
E para mim não mais te vou querer...
Mas a palavra calou-se!
Já não sei o que vou dizer
Já não sei o que irás responder...
Porque....
Basta um olhar,
Uma palavra chega
Para me fazeres remar.
Volto a sonhar
Volto a amar
Não resisto ao teu chegar!
Maldito sejas
Que com o teu olhar
Meu coração fazes disparar
Meu sangue fazes gelar.
Não me lembro mais de mim
Passo a viver só para te amar!
Já tenho em mente do que te vou acusar
Até já sei como vou terminar.
Hoje não me vais abalar,
Até que chegues, eu já vou saber
E para mim não mais te vou querer...
Mas a palavra calou-se!
Já não sei o que vou dizer
Já não sei o que irás responder...
Porque....
Basta um olhar,
Uma palavra chega
Para me fazeres remar.
Volto a sonhar
Volto a amar
Não resisto ao teu chegar!
Maldito sejas
Que com o teu olhar
Meu coração fazes disparar
Meu sangue fazes gelar.
Não me lembro mais de mim
Passo a viver só para te amar!
Saudades
Quantas vezes amor, já te esqueci?
Para depois me relembrar!
Para voltar a recordar...
Para partir o meu coração.
Em mil pedaços de emoção...
E quem me dera,
Que quanto mais quissesse
Menos soubesse...
Menos lembrasse...
Menos recordasse...
Saudades? Sim e porque não?
Se o teu amor foi uma ilusão
Que despedaçou o meu coração.
Para depois me relembrar!
Para voltar a recordar...
Para partir o meu coração.
Em mil pedaços de emoção...
E quem me dera,
Que quanto mais quissesse
Menos soubesse...
Menos lembrasse...
Menos recordasse...
Saudades? Sim e porque não?
Se o teu amor foi uma ilusão
Que despedaçou o meu coração.
Segredos
Vou soltar o meu ego
Refugiar-me num beco
E daí soar o meu grito
profundo, bem hirto
Propagar-se lá vai ele
Soltou-se nas miras
Do deserto,
Ao rumo do incerto...
Mandei o segredo,
Nas bocas do vento
Para que ele adorasse
De momento ao encontro
Desse alento
E o grito acalmou
Nesse mistério
De mansinho lhe chegou,
Esse segredo que invocou
De um beijo talentoso
Ou um pouco amistoso
Assim voou...
Refugiar-me num beco
E daí soar o meu grito
profundo, bem hirto
Propagar-se lá vai ele
Soltou-se nas miras
Do deserto,
Ao rumo do incerto...
Mandei o segredo,
Nas bocas do vento
Para que ele adorasse
De momento ao encontro
Desse alento
E o grito acalmou
Nesse mistério
De mansinho lhe chegou,
Esse segredo que invocou
De um beijo talentoso
Ou um pouco amistoso
Assim voou...
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